Cuidado: uma ferida na boca pode ser câncer bucal
Há dez anos, Doraci Andrade da Costa tinha uma ferida que nunca cicatrizava. Usou cremes e manteiga de cacau, mas o lábio continuava seco e rachou no meio. Um dentista diagnosticou câncer bucal, por isso Doraci teve que fazer uma cirurgia para retirar o lábio inferior.
Há dez anos, Doraci Andrade da Costa tinha uma ferida que nunca cicatrizava. Usou cremes e manteiga de cacau, mas o lábio continuava seco e rachou no meio. Um dentista diagnosticou câncer bucal, por isso Doraci teve que fazer uma cirurgia para retirar o lábio inferior.
Entre as vítimas de câncer, 10% desenvolveram a doença na boca. A maior incidência é nos homens, depois do câncer de pele e do estômago.
O câncer de boca é mais comum em pessoas desnutridas, que fumam, bebem, que têm histórico de câncer na família e que ficam muitas horas expostas ao sol. As áreas mais atingidas são lábios e língua. O problema é que a ferida não dói e os pacientes esquecem-se de procurar o dentista.
Se uma irritação ou manchas na boca não desapareceu há mais de 15 dias são sinais do problema. Em Taguatinga, a Universidade Católica oferece atendimento de graça para a comunidade. Nos consultórios, os dentistas avaliam a saúde dos dentes, da gengiva, da língua e do céu da boca.
Do DFTV






